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A velha frase
“um homem nunca sabe aquilo de que é capaz até que o
tenta fazer” (Charles Dickens) se fez
presente na maratona de revezamento de Goiânia. Os
semblantes eram a prova contundente da ansiedade, do
nervosismo, mas acima de tudo da alegria infantil
que os moviam no desejo de se superarem e ao mesmo
tempo e o mais nobre, do empenho de equipe.
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O prazer do
desafio. |
As adversidades fizeram parte dessa história, o
calor insuportável, os cinco quilômetros de subidas
e descidas de cada volta,
pouca circulação de ar e o asfalto se derretendo.
Mas isso fazia parte – era o desafio.
No mais, quero
agradecer aos corredores amigos que me
proporcionaram algumas fotos as quais compartilham
com prazer a imagem do que cada um foi capaz. Atencipadamente, peço desculpa se porventura não
pude fotografar a todos, mas no meu caso não havia
revezamento. Também penei com o sol e com o asfalto
escaldante, mas tive a satisfação em reproduzir
muitos sorrisos e conhecer novas pessoas, nesse
domingo. Dos bastidores (boxes) à corrida, foi tudo
gratificante.
Quero ressaltar
a organização do evento que mostrou competência
mantendo alto nível de estrutura. A compreensão dos
seus fiscais ao dispor em toda extensão dos boxes
segurando tanta energia contida, de forma atenciosa,
educada e cortês foi uma marca que precisa ser
ressaltada.
Parabéns a
todos!
Luiz Carlos
(apreciem as
fotos, gostou - entre em contato)
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O lado
crescente na busca da qualidade de vida direciona o
homem à atividade esportiva. A corrida por
excelência, a mais democrática de todas, está
oferecendo essa oportunidade. Quantas fronteiras já
foram vencidas?! Essa descoberta impulsiona cada vez
mais o corredor, como numa linha do horizonte, a
estender seus limites.
Outro aspecto que
se agrupou nas emoções vividas da superação foi a
confraternização final, - marca do espírito
coletivo, de corredor a torcedor, a distância era
pequena, mas a causa permanecia. Bastava ver ou
fotografar.
Uma equipe comemorou com três barris de
chope, outras com abraços entre seus membros, no
final a satisfação era a mesma, - o grito de guerra
e o contentamento nas expressões após a linha de
chegada. Era o sinal que cada um já tinha uma
história para contar. |
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