05 de março de 2007

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  A velha frase “um homem nunca sabe aquilo de que é capaz até que o tenta fazer” (Charles Dickens) se fez presente na maratona de revezamento de Goiânia. Os semblantes eram a prova contundente da ansiedade, do nervosismo, mas acima de tudo da alegria infantil que os moviam no desejo de se superarem e ao mesmo tempo e o mais nobre, do empenho de equipe.

O prazer do desafio.

  As adversidades fizeram parte dessa história, o calor insuportável, os cinco quilômetros de subidas e descidas de cada volta, pouca circulação de ar e o asfalto se derretendo. Mas isso fazia parte – era o desafio.

No mais, quero agradecer aos corredores amigos que me proporcionaram algumas fotos as quais compartilham com prazer a imagem do que cada um foi capaz.  Atencipadamente, peço desculpa se porventura não pude fotografar a todos, mas no meu caso não havia revezamento. Também penei com o sol e com o asfalto escaldante, mas tive a satisfação em reproduzir muitos sorrisos e conhecer novas pessoas, nesse domingo. Dos bastidores (boxes) à corrida, foi tudo gratificante.

 Quero ressaltar a organização do evento que mostrou competência mantendo alto nível de estrutura. A compreensão dos seus fiscais ao dispor em toda extensão dos boxes segurando tanta energia contida, de forma atenciosa, educada e cortês foi uma marca que precisa ser ressaltada.

 Parabéns a todos!

 Luiz Carlos

(apreciem as fotos, gostou - entre em contato)

 

 O lado crescente na busca da qualidade de vida direciona o homem à atividade esportiva. A corrida por excelência, a mais democrática de todas, está oferecendo essa oportunidade. Quantas fronteiras já foram vencidas?! Essa descoberta impulsiona cada vez mais o corredor, como numa linha do horizonte, a estender seus limites.

Outro aspecto que se agrupou nas emoções vividas da superação foi a confraternização final, - marca do espírito coletivo, de corredor a torcedor, a distância era pequena, mas a causa permanecia. Bastava ver ou fotografar.

Uma equipe comemorou com três barris de chope, outras com abraços entre seus membros, no final a satisfação era a mesma, - o grito de guerra e o contentamento nas expressões após a linha de chegada. Era o sinal que cada um já tinha uma história para contar.